📝 Introdução
Foi alertado por uma veterinária de Itapetininga (SP) que nem todos os cães possuem habilidade natural para nadar. Apesar da crença popular, o nado não é um instinto universal entre os pets. Além disso, foram apontados sinais de risco que exigem atenção imediata dos tutores durante momentos de lazer aquático, reforçando a importância da prevenção e do cuidado responsável.
📰 O perigo só é percebido quando o animal já apresenta sinais de exaustão ou pânico.
Foi esclarecido por uma médica-veterinária de Itapetininga, no interior de São Paulo, que nem todos os cachorros sabem nadar, contrariando uma crença amplamente difundida entre tutores. Embora o nado seja frequentemente associado ao comportamento natural dos cães, essa habilidade não é considerada um instinto universal.
De acordo com a especialista, essa falsa percepção pode levar a situações de risco, especialmente quando os animais são levados a piscinas, rios, lagos ou praias sem a devida observação. Em muitos casos, o perigo só é percebido quando o animal já apresenta sinais de exaustão ou pânico.
Além disso, foi destacado que fatores como raça, idade, condição física e histórico de saúde influenciam diretamente na capacidade de flutuação e locomoção na água. Raças de focinho curto, cães idosos ou com sobrepeso, por exemplo, tendem a enfrentar mais dificuldades e, por isso, devem receber atenção redobrada.
Durante atividades aquáticas, alguns sinais de alerta precisam ser observados com cuidado. Entre eles estão movimentos descoordenados, respiração ofegante, tentativas constantes de sair da água e rigidez corporal. Quando esses indícios são identificados, a retirada imediata do animal da água é recomendada.
Por fim, foi reforçado que a prevenção deve ser priorizada. O uso de coletes salva-vidas para pets, a supervisão constante e a introdução gradual ao ambiente aquático são medidas que reduzem significativamente os riscos. Assim, momentos de lazer podem ser transformados em experiências seguras e positivas para os animais.
📢 Conclusão
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