📰 Introdução
Foi revogada pela Justiça do Rio de Janeiro a prisão preventiva de uma advogada e influenciadora digital argentina que havia sido detida no Brasil sob acusação de injúria racial. A decisão ocorreu após a análise do caso envolvendo ofensas racistas direcionadas a funcionários de um bar localizado em Ipanema, na Zona Sul da capital fluminense.
A turista havia sido presa preventivamente depois que a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP/RJ) foi aceita pelo Judiciário. Segundo o órgão, manifestações discriminatórias teriam sido praticadas durante um desentendimento relacionado ao valor da conta consumida no estabelecimento.
Relembre o caso
Conforme descrito na denúncia, os fatos teriam ocorrido no dia 14 de janeiro. A influenciadora encontrava-se acompanhada de duas amigas em um bar situado na Rua Vinícius de Moraes quando passou a contestar o valor cobrado. Em meio à discussão, ofensas de cunho racial teriam sido dirigidas a um dos funcionários.
De acordo com o MP/RJ, o trabalhador foi chamado de “negro” de forma pejorativa, com o objetivo de discriminá-lo em razão de sua raça e cor. Além disso, gestos considerados ofensivos e associados à prática de racismo também teriam sido realizados, o que motivou o enquadramento do caso como injúria racial.
A prisão preventiva foi decretada inicialmente com base na gravidade da conduta atribuída e na necessidade de garantir a ordem pública. No entanto, após nova avaliação judicial, a medida extrema acabou sendo revogada, permanecendo o processo em andamento.
🧾 Resumo
A Justiça do Rio revogou a prisão preventiva de uma influenciadora e advogada argentina acusada de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema. A turista havia sido presa após denúncia do MP/RJ, relacionada a ofensas e gestos discriminatórios durante uma discussão sobre a conta.
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